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ALTA MOGIANA

Cases da ENGCOM


INSPEÇÃO EM EQUIPAMENTOS DE PRFV NA ALTA MOGIANA
    A Usina Alta Mogiana, dando continuidade ao seu programa de excelência na produção de açúcar e álcool, implementou no ano de 2016, durante a entressafra, a inspeção em seus equipamentos fabricados em Compósitos (resina termofixa reforçada com fibras de vidro – PRFV) visando garantir aos seus colaboradores segurança e ao produto excelência de qualidade.
    Para tanto, contou com a expertise da empresa especialista em compósito (PRFV) a ENGCOM, formada por profissionais com mais de 20 anos de experiência em compósitos (PRFV), dedicada a projetos de equipamentos e tubulações, elaboração de especificações, inspeções em campo e no fabricante, diligenciamento de obras.
    Para atender as necessidades da empresa Usina Alta Mogiana, a ENGCOM elaborou um plano minucioso e dedicado de inspeção para avaliar o estado em que se encontravam os equipamentos, objeto do contrato.
    Este plano foi pautado no código ASME RTP-1, consistindo de inspeção interna e externa para verificar a condição do laminado de cada equipamento bem como avaliação do grau de cura do laminado mediante a medição da dureza Barcol (ASTM D 2583). Foram vistoriadas todas as interferências feitas anteriormente, revalidando sua condição de permanência ou não. A inspeção realizada pela ENGCOM foi muito útil e valiosa em constatar condições e sugestões de melhoria, que influenciam na vida útil dos equipamentos em PRFV.
    A ENGCOM gostaria de recomendar aos usuários de equipamentos em PRFV para atentarem na adoção de práticas que podem garantir maior longevidade aos equipamentos de PRFV:
        • Formar a correta especificação do produto e suas condicionantes;
        • As condições de Operação do equipamento não podem ser superiores às condições especificadas;
        • A escolha adequada do fabricante é fundamental para ter um produto adequado e para tanto é conveniente adotar alguns parâmetros como, verificar a existência de área técnica, se o processo de produção é controlado e monitorado, se a fabricação e testes estão pautados em normas aplicáveis a produto, constatar a existência de requisitos de avaliação da matéria prima e do produto;
        • Com estes cuidados o equipamento terá sua longevidade assegurada e prolongada. A literatura preconiza vida útil na casa de 50 anos.

ESPECIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO
    É responsabilidade do cliente que conhece todas as variáveis que compõem o seu processo de manufatura.
    Assim, as pessoas envolvidas no processo devem fazer uma prévia discussão para não omitirem nenhum detalhe que possa impactar no desempenho do equipamento quando em operação e aí sim elaborarem a especifica para fabricação.

PROJETO E INSPEÇÃO
    O cliente deve escolher fabricantes de equipamentos em PRFV com condições de atenderem aos requisitos contidos na especificação técnica. Sendo assim, o fornecedor deve ser avaliado quanto a possuir um quadro técnico capaz e experiente em projetos de equipamentos em PRFV, podendo este ser terceirizado, deve verificar a existência de um sistema de qualidade capaz de avaliar o equipamento em conformidade com as exigências normativas.

OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO
    Outro fator muito importante para a longevidade do equipamento é a correta observância às condições de operação, uma vez que as mesmas compuseram a entrada do projeto.
    Assim, é imprescindível a instituição de controles que assegurem o atendimento as condições de projeto.
    A ENGCOM pela sua origem ancorada nos materiais compósitos pode participar em todas as fases do projeto para que o mesmo transcorra e atenda as expectativas requeridas.